Vencer o medo e a saudade

A minha lobita de 7 anos fez o primeiro acantonamento deste ano letivo e o primeiro das patas tenras (aspirantes a lobitos).

Acredito que seja sempre um momento de tensão ou medo para pais e filhos. Os pais que gostariam que a experiência fosse sempre gratificante. E os filhos que têm de lidar com o medo de passar uma noite fora de casa. Por vezes, pela primeira vez no chão com uma esteira pouco confortável, com frio, com amigos que se mexem toda a noite, que ressonam ou choram um pouco. Deve ser um momento difícil … mas como é belo voltarem cheios de triunfos para nos contarem!

– Não tive medo, mãe. Este ano, já estou mais crescida. Mas não dormi nada! O X. não parou de se mexer toda a noite!

Sei, que se trata de um normal exagero de quem terá tido mais dificuldade em adormecer mas fixei os seus olhos quando lhe perguntei:  “Mas gostaste?” E a resposta veio transparente “Foi tão fixeeee!”

– Sabes que os chefes fizeram um teatro de sombras para nós? E nós também fizemos teatro. Mas tive tantas saudades da minha mana!

– Ela também teve tuas meu amor! E está desejosa de ser pata tenra para ir com a mana para os escuteiros. Ela ainda te vai acompanhar no ultimo ano de lobita.

– Pois é mãe! E no ultimo ano de exploradora e de pioneira e de caminheira e de chefe!

Sorri ao ouvi-la e pensei: é assim que os sonhos devem ser: grandes! Mesmo sabendo que somos muito pequeninos. Tão pequeninos … mas os sonhos (que por vezes podem amedrontar) esses têm o tamanho que a nossa coragem e atrevimento nos permitem.

Que os nossos sonhos, sejam sonhos sem fronteiras ou limites!

Atreve-te!

 

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Festa de Holywins!

O ano passado, já celebrámos a festa de Todos os Santos, no dia 1 de novembro com uma ideia bem gira: vestir as crianças de santos. E assim foram à Missa vestidas de santas com as amiguinhas. Em casa preparámos um lanche alusivo ao tema com mais uma família amiga.

Mas este ano, fomos mais ousadas … vesti as minhas filhas de Santas no dia 31 e uma parte do dia desfilámos pelas ruas onde fomos observadas por olhares curiosos! Afinal o dia estava pautado por abóboras e teias de aranha e de repente apareciam princesas! Lindas e sorridentes!

santas

O belo é de extrema importância para as crianças. Infelizmente, conheço casos de crianças que não vão à escola neste dia com pavor dos disfarces. A minha filha de 7 anos sente a pressão dos pares, nas atividades extra-curriculares que frequenta, para se fantasiar de acordo com parâmetros importados e com fins meramente comerciais e de consumo. Mas as crianças quando expostas ao belo não cedem a essa pressão com facilidade.

Na sua aula de violino, sussurrou ao ouvido da amiguinha de turma – que se vestia de preto e roxo, com lábios pintados de preto e chapéu pontiagudo – :
– Eu estou vestida de Santa Inês!
Decerto a menina, sua amiga, preferia um fato colorido e adornado com uma grinalda de flores ao invés do seu sorumbático disfarce… Pode ser que para o ano assim seja!

À noite, fomos até à paroquia do Barreiro, onde umas queridas amigas prepararam uma festa da Véspera de Todos os Santos com jantar partilhado e convívio entre as famílias presentes. Os adultos e crianças foram vestidos com o disfarce do Santo escolhido e entre conversa, jogos e brincadeira foi um serão muito animado.

Era tão bom que fosse espalhado para mais paróquias, grupos de amigos, em cada casa… Que tal começarem a pensar para o ano nos vossos disfarces e programas? Vamos a isso?! Aguardo novidades! Escrevam a partilhar ideias e organizem-se para o próximo ano termos mais festas destas!

Ficam aqui alguns sites que podem servir de inspiração:

http://www.familiasdecana.pt/blog/da-nascente/em-cana-da-galileia/todos-os-santos/

http://www.familiasdecana.pt/blog/da-nascente/em-cana-da-galileia/holywins-2017/

https://showerofroses.blogspot.pt/2010/10/getting-ready-to-celebrate-feast-of-all.html

 

A aprendizagem em comunidade

Este ano letivo, tem andado a uma boa velocidade. Por um lado, tenho aprendido a gerir melhor as minhas expectativas (e o meu lado tendencialmente perfecionista) como também, a gerir a impulsividade e renunciar a algumas coisas boas mas que não teria tempo para as fazer e, em simultâneo, ter dias dedicados ao estudo, à pesquisa, à organização e às oportunidades educativas para os meus filhos. Por detrás de uma planificação existem muitas horas de trabalho…

Por isso, embora por vezes sinta alguma pena em não conseguir “estar em tudo”, por outro, essa renuncia tem sido fonte de crescimento interior.

Este ano, confirmou-me que temos uma rede de suporte na comunidade local indispensável para que a nossa escolha educativa possa ser verdadeiramente fonte de aprendizagens diversas e significativas.

A minha filha de 7 anos, está oficialmente em ensino doméstico, tendo sido matriculada este ano no 1º ano (é condicional). No entanto, ela já lê o suficiente para gostar de ler livros simples para a mana. E coloquei-lhe um pequeno desafio que ela aceitou prontamente – ler para outras plateias.

Assim, contactei duas queridas amigas e excelentes profissionais que trabalham em diferentes contextos a explicar isso mesmo e a pedir sugestões de espaços para participarmos.

Expliquei que a minha filha se sentia capaz de, por exemplo, ler o livro ” Não é uma caixa” de Antoinette Portis e que podia ser complementado com uma atividade final.

Uma atividade com simples caixas vazias que as crianças, depois da leitura da história, explorassem a criatividade imaginando o que seria a sua caixa. E assim, brincarem usando apenas uma caixa e a sua imaginação.

A resposta pronta e amiga não se fez tardar! Na nossa biblioteca municipal, existe há cerca de 12 anos o espaço “Aqui Brincamos Todos”, às 4ª feiras, das 10H30 às 12H00, dirigido a famílias do 0 aos 6 anos. Seria então esse o espaço proposto para partilhar as suas competências.

A experiência foi muito boa. A minha filha desenvolveu de forma concentrada e autónoma a apresentação da história e da atividade. As criticas que recebeu foram extremamente positivas em relação à forma como se preocupou que todos seguissem a história e observassem as ilustrações. Leu de forma pausada e com segurança.

No final disse-me com um sorriso rasgado: – Adorei, mãe! Na minha cabeça estava com um pouco de vergonha mas acho que correu bem!

Sem dúvida, uma manhã a repetir! Uma excelente oportunidade de partilha de saberes e de experiências.

Se estiverem interessados em aparecer e quiserem saber mais pormenores escrevam! O ambiente é muito bom e a partilha é característica deste espaço.

Para a semana haverá mais noutro contexto 🙂

 

A felicidade está nas pequenas coisas

A felicidade está nas pequenas coisas, no trabalho do quotidiano, nas relações que se estabelecem e fortificam. Nas contrariedades que se ultrapassam; na luta diária.

Observar e saborear o crescimento da nossa família, criar laços de amizade, fortalecer antigos com um passeio com amigos, um jantar, ouvir uma amiga. São exemplos de bons momentos de alegria.

Na educação não é diferente. O início da educação é a observação. As pequenas coisas podem fazer grandes diferenças. Tenho usado a fotografia para registar alguns desses momentos. Mas a verdadeira riqueza é invisível aos olhos. Por isso, partilho o que é possível!

Boas aventuras em família, entre famílias, entre amigos, em comunidade!

o barco

Aprendemos quando usamos a imaginação no faz de conta. Isto é um barco a remos! Um passeio à floresta com as amigas…tão bom! As mães conversaram 🙂

em casa 11-9-2017

Aprender pode ser em casa…

… mas também pode ser num passeio

… ou em qualquer sítio!

Motivação

“Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”

Madre Teresa de Calcutá

Acordei, sem grande motivação para trabalhar! Estava naquele modo “preguiça em término de férias”. Depois de me deitar mais tarde que o previsto e de um dia anterior cansativo, a vontade, estava bem abaixo do limiar necessário para um dia produtivo… e não ajudava nada pensar que hoje o dia tinha sido destinado a limpezas.

Mas recebi uma grande ajuda na minha dose de motivação. Após o pequeno-almoço e a saborear o meu café, li o evangelho do dia e fui ver qual o santo que se celebra hoje.

Tento, que esta seja uma parte da minha rotina diária. E gosto de o fazer sozinha … para isso acontecer tento acordar antes da pequenada mas nem sempre é possível. A pequenada é muito madrugadora cá em casa. Bebi então o meu café e sintonizei-me com a Igreja. Após as leituras recordei que hoje é dia de Santa Teresa de Calcutá.

E ao pensar no trabalho incansável, daquela grande mulher, o ânimo deu uma ajuda à vontade. O dia ficou tão melhor e nem imaginam o que já consegui produzir nesta manhã! “Só” porque olhei para o exemplo de uma amiga. São isso, que os Santos são. Nossos amigos.

Madre Teresa dizia: “Para que um amor seja verdadeiro, ele tem de doer”. Por isso, mesmo sem vontade fui aspirar, lavar e arrumar. Mas quando não apetece mesmo nada … então é quando temos mesmo de teimar em fazer o que precisamos de fazer … por amor.

Porque o amor dói. Sim, dói torcer a vontade de gostar mais de preguiçar do que arrumar. Mas, se soubermos que vamos limpar, arrumar pelos que amamos, para ter uma casa limpa e em ordem (a possível com crianças 🙂 ) que ajuda no dia a dia de todos, então, podemos entregar esse trabalho cheios de alegria. Por Ti, Senhor. Mesmo e sobretudo quando não me apetece mesmo nada!

Madre Teresa de Calcutá certa vez disse: “O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso.”

Deixo abaixo um video que vi em tempos verdadeiramente inspirador! Para o caso, de vos aparecer um dia que precisa de uma dose extra de energia 😉

Uma mensagem da Santa Teresa de Calcutá

Um bom dia a todos! Gota a gota…

As melhores ferias de sempre… por Isabel Garcia

Ensino Doméstico Católico

Quase, quase a iniciar o ano letivo deixo-vos um texto maravilhoso sobre as férias.

Uma reflexão de Isabel Garcia. Desfrutem 🙂

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A promessa do tão esperado descanso, tardava em cumprir-se. Desejando “sair”, almejando tempos de paz, tranquilidade, liberdade, e relembrando as promessas do Senhor:

“…Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e meu fardo é leve.” (Mateus 11:28-30)

propus-me peregrinar até ao santuário do meu descanso e desfrutar das melhores férias de sempre.

Comecei esta viagem com itinerário destinado, e foi de mochila às costas, com passaporte vazio de vistos e carimbos que esqueci deliberadamente o seguro. Munida apenas de uma pequena farmácia de viagem (para eventuais “arranhões emocionais”), lancei-me ao destino.

Iniciei-me…

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Ideias para férias de verão 3 e… Surpresas de Deus

Um acampamento de verão é uma ideia apreciada pela nossa família. 🙂

Este ano, o acampamento foi em família e entre famílias. Foi uma experiência extraordinária que para o ano tencionamos repetir!

Foi um fim de semana com sabor a férias junto a um Santuário Mariano belíssimo e em clima de fraternidade, muita alegria e brincadeira! Pudemos ir à Eucaristia diariamente, fazer a via sacra no Bussaco e ainda ter tempo de oração e confissões. Espreitem aqui para ficar a saber mais.

Muitos santos foram convertidos graças às orações persistentes dos seus pais. Os pais cristãos sabem que o que realmente mais importa enquanto pais … é rezar. Enquanto mãe, faço pouco se não rezar pelos meus filhos. Enquanto filha, a oração da minha mãe é para mim rede. Uma rede que me ampara e sustenta.

Como é bom saber que temos nos nossos pais os guardiões das orações que nos protegem. Com filhos mais traquinas talvez rezemos mais… porventura porque é mais difícil esquecer de o fazer 🙂

 

Durante este acampamento uma das amigas da minha filha de 6 anos foi confessar-se. Algo que é natural na paróquia onde estávamos. As crianças confessam-se muito antes de se prepararem para a Primeira Comunhão. Fazem-no quando conscientes do erro, do pecado e de sua livre vontade … e cheias de entusiasmo e alegria. Fazem-no com a ajuda do exemplo dos: pais; amigos e catequistas.

Ao presenciar a saída do confessionário da sua amiga de 6 anos a minha filha incrédula diz-me: – Mãe, a Clarinha tem 6 anos, como eu, e já se confessa!! Eu posso?!

Pensei para comigo: “Bem, não tinha imaginado esta surpresa de Deus sempre que rezo por ti minha filha!” Mas percebi que a oportunidade era para agarrar!

Tantas vezes, não nos apercebemos das oportunidades que Deus nos dá e deixamo-las escapar, uma e outra vez, mas Deus não desiste nunca de nos orientar…

Falámos sobre o que era o Sacramento da Confissão, como se fazia e o que acontece na nossa alma. Ela já tinha observado muitas pessoas a entrar e sair de uma confissão, já nos tinha visto a nós, pais, tantas outras. Sabia que era reservado a uma idade especial, a uma idade da razão.

Depois da nossa conversa, ponderou, rezou e com verdadeira sede de graça, sem hesitações, preparou-se e foi confessar-se. O sacerdote, a quem as crianças da paróquia deram o nome de “Anjo Gabriel”, acolheu-a com delicadeza e sorriso rasgado enquanto eu lhe dizia que era a primeira confissão da minha filha.

Saí e rezei por ela. E pouco depois a minha filha sai do confessionário. Trocamos um breve olhar e ela prontamente ajoelhou-se para rezar.

Depois com grande alegria, diz-me: – Sabes que o Padre deu-me a escolher a oração que eu quisesse?! Escolhi uma Avé-Maria.

Foi uma grande graça que Deus nos deu. E foi muito intenso, conseguir perceber no seu olhar radioso, à saída do confessionário, o poder transformador de Deus!

Pouco tempo depois, diz-me que quer voltar a confessar-se! Pensei que me tinha precipitado. Afinal ela não estava preparada!

Pensei que ela não tinha entendido o que o sacramento significava e expliquei que voltamos a confessar-nos quando é necessário. Voltei a falar sobre o sacramento e acrescentei em tom firme: – Não é para andar a entrar e sair do confessionário a toda a hora!

– Eu sei mãe! Mas é que eu só disse 3 pecados e tenho muitooos mais! – E faz um gesto longo com o braço para me expressar a quantidade de falhas, que se lembrava agora, ter cometido.

– Quero ficar com a minha alma toda limpinha! – acrescenta com a certeza de quem se sabe uma filha de Deus muito amada.

Senti alivio e percebi que eu é que já estava a julgar … com que facilidade julgamos saber alguma coisa!

– Ok, filha. Amanhã, o sacerdote está novamente a confessar logo de manhã. Pode ser que consigas se vieres cedo.

No dia seguinte, não precisou da minha ajuda. Dirigiu-se com passo decidido ao Santuário com uma outra amiga de 8 anos que também queria receber o sacramento.

Uma querida jovem de 16 anos percebeu a presença das mais pequenas e respondeu-lhes quando começavam as confissões, falou-lhes sobre o sacramento e acompanhou-as durante o tempo necessário. A minha filha foi a segunda a confessar-se e apareceu novamente perante mim com uma alegria imensa!

– Já me confessei mãe! – E foi alegremente brincar…

Já sem precisar da minha ajuda para nada, e com o apoio de uma amiga de coração generoso e sorriso rasgado tinha ido cheia de pressa para o confessionário! Que felicidade no meu coração quando os vejo a crescer assim e eu a diminuir … sinal que Deus está a enchê-los! E eu a cumprir o meu papel.

Para todos foi um acampamento de crescimento espiritual. Tão bom como o convívio. O convívio que pelos bons exemplos, pela amizade e fraternidade também foi o motor desse crescimento.

Não nos deixemos intimidar pelo confessionário. Como a Misericórdia de Deus nos enche de alegria! E nos olhos de uma criança é tão fácil e precioso perceber uma centelha dessa infinita Misericórdia.

Obrigada Senhor!

 

EDUCAR NAS VIRTUDES – Programa 1º Ciclo do Ensino Básico

Em pleno mês de planeamento para o próximo ano letivo encontro o acesso a esta tese defendida em 2014 e que se encontra disponível na integra aqui: http://repositorio.ul.pt/handle/10451/10604

Veio mesmo a calhar. Ora vejam o resumo da tese e digam lá que a sua aplicação nas nossas crianças não é mesmo importante!

Da página 93 à 161 têm atividades de aplicação prática para o crescimento integral e feliz de cada criança.

Bom trabalho!

RESUMO

Este estudo visou a construção, aplicação e avaliação de um Programa de Intervenção em contexto escolar, dirigido a alunos do 1.º ciclo do ensino básico a frequentarem os 1.º, 2.º e 3.º anos de escolaridade, com uma média de idades de 7,5 anos, destinado a promover atividades e contextos facilitadores do desenvolvimento de forças e virtudes. Para tal comparou os resultados de um grupo experimental (N=107), a quem o Programa foi aplicado, com um grupo de controlo (N=84), que não foi submetido ao Programa. Esta comparação foi feita em três momentos temporais – pré-teste, pósteste e follow-up.

 

A investigação realizada, que utilizou metodologias qualitativas e quantitativas, teve como base teórica a Psicologia Positiva e partiu do trabalho de concetualização de Peterson e Seligman (2004) sobre as Virtudes e Forças de Caráter.
O treino das forças e virtudes foi assim desenvolvido através: a) da consciência e reflexão individuais e coletivas da sua operacionalização e prática; b) do envolvimento numa horta pedagógica baseada em agricultura natural; c) da prática da arte do Ikebana.

 

Os resultados sugerem que, de acordo com as suas auto descrições, os alunos sujeitos ao Programa, comparativamente ao grupo de controlo, evidenciaram aumento da utilização das forças Criatividade; Curiosidade; Pensamento Crítico; Desejo de Aprender; Perspetiva; Bravura; Persistência; Integridade; Vitalidade; Amor; Bondade; Inteligência Social; Cidadania; Equidade; Perdão; Humildade; Prudência; Autocontrolo; Apreciação da Beleza; Gratidão; Esperança e Humor, integradas nas seis Virtudes – Sabedoria; Coragem; Humanidade, Justiça; Temperança e Transcendência. Não se encontraram diferenças entre os alunos dos dois grupos, controlo e experimental, nas forças: Liderança e Espiritualidade. Os dados encontrados foram discutidos à luz da literatura e da psicologia educacional considerando-se o interesse psicológico e pedagógico de Programas de promoção de virtudes no contexto escolar.

 

Palavras chave: Psicologia Positiva, Virtudes e Forças de

Ideias para as férias de verão 2

O jogo é uma das formas mais divertidas para nos rirmos em família e para aprender ou consolidar conhecimentos. Além disso, podemos treinar o controle do mau humor quando perdemos; a respeitar as regras e os outros; a leitura e a escrita e ainda aprender sobre vários temas.

Para a minha filha de 6 anos, descobri que treinar a leitura ou a construção de palavras, de forma bastante entusiasmada, pode ser feito com alguns jogos em que toda a família também aprende várias competências, tais como: a saber esperar pelos mais novos e a ter mais paciência.

Assim, a leitura tem sido realizada com questões para os pais e o irmão mais velho (e até já sabe responder a muitas delas) neste jogo – o SUPERTMATIK – Quiz Cristianismo.

E a construção de palavras com o jogo Scrabble. É um jogo de tabuleiro em que construímos palavras cruzadas utilizando uma letra das palavras já construídas.

Para iniciar, os mais novos nestes jogos, precisamos de saber que um jogo irá demorar muito mais tempo que o normal e que no início a ajuda necessária é elevada. Mas, rapidamente e com alguma paciência torna-se um prazer jogar com os mais novos.

Bons jogos!